A SEMIARIDEZ E A PERFURAÇÃO DE POÇOS NA CIDADE DE DOUTOR SEVERIANO - RN
Palavras-chave:
Crises hídricas. Estratégias. Perfuração de Poços.Resumo
O presente estudo tem como principais objetivos analisar a perfuração de poços na cidade de Doutor Severiano, como estratégia de enfrentando a crise hídrica provocada pela semiaridez. A metodologia empregada foi estudos de campo, observações, leituras bibliográficas e uma análise do mapa de localização dos poços situados na área urbana do município, buscando identificar quais as estratégias tomadas para perfuração destes, além de evidenciar a importância da água retirada desses poços para a vida dos moradores da cidade, em períodos de crises hídricas. A identificação dessas estratégias tomadas para perfuração se deu a partir da análise do mapeamento, onde foi possível identificar que os poços públicos da cidade se encontram localizados em áreas mais periféricas, favorecendo assim uma melhor distribuição dessas águas. A pesquisa possibilitou entender as dinâmicas de distribuição de água no município. Conclui-se com este artigo que o conhecimento da área de trabalho/estudo é de fundamental importância, ao ponto que os gestores da cidade possuírem conhecimento a respeito das características do município, para assim desenvolver as melhores estratégias e conseguir lidar com os períodos de escassez hídrica, como é o caso da perfuração de poços de forma estratégica no território da cidade que ajuda a ter uma melhor distribuição de água e consequentemente melhora o abastecimento de todos.Downloads
Não há dados estatísticos.
Referências
FERNANDES, C. Dinâmica urbana e os rebatimentos da escassez hídrica em Pau dos Ferros/RN (2012-2017). 2017. 113 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Plandites, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Pau dos Ferros/ RN, 2017.
GONÇALVES, E. P. Conversas sobre iniciação à pesquisa científica. Campinas, SP: Alínea, 2001.
GUNTHER, H. Pesquisa Qualitativa Versus Pesquisa Quantitativa: Esta É a Questão? Psicologia: Teoria e Pesquisa, Brasília, v. 22, p.201-210, Mai-Ago. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ptp/v22n2/a10v22n2>. Acesso em 15/04/2018.
IDEMA – Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio ambiente do Rio Grande do Norte. Perfil do seu Município – Doutor Severiano. Natal, V.10, p. 01 – 23, 2008.
LIMA, P, H, S; ALVES, A, M. Uso da água e mapeamento dos poços artesianos da cidade de Doutor Severiano/RN. 2018. 20 f. Tcc (graduação) - curso de Geografia, Departamento de Geografia, Universidade do estado do Rio Grande do Norte (UERN), Pau dos Ferros/RN, 2018.
MALVEZZI, R. Semi-árido: uma visão. Brasília: Confea, 2007. p. 140.
MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
PALUDO, D. Qualidade da água nos poços artesianos do município de Santa Clara do Sul. Monografia. 77f. Centro Universitário Univates. Lajeado, dez. 2010.
PENA, R, F, A. Águas subterrâneas: As águas subterrâneas são aquelas que se acumulam abaixo da superfície, geralmente nos poros existentes na composição das rochas.. Disponível em: < https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/Aguas-subterraneas.htm >. Acesso em: 01 ago. 2019
SANTOS, A. N. Rendimento e avaliação nutricional do cultivo hidropônico de alface (Lactuca sativa L.) em sistema NFT no semi-árido brasileiro utilizando águas salobras. Recife: UFRPE, 2009. 134p.
SOUTO, L. V.; LIMA, D. F.; FILHO, B. F. B.; DANTAS, J. R. Q. O Nordeste e a Escassez de Água: uma abordagem da Microrregião de Pau dos Ferros/RN. In: ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL, 17º, 2017, São Paulo. Artigo. 2017. p. 1 - 16.
VASCONCELOS, M, B. Poços para captação de águas subterrâneas: revisão de conceitos e proposta de nomenclatura. Águas Subterrâneas, Fortaleza, v. 1, n. 1, p.1-12, nov. 2014.
ZOBY, J.; MATOS, B. Águas subterrâneas no Brasil e sua inserção na Política Nacional de Recursos Hídricos. In: XII Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas. Anais..., Florianópolis: ABAS. Disponível em: http://aguassubterraneas.abas.org/asubterraneas /article/viewFile/22634/14858, 2012. Acesso em: 06 set.2018.
GONÇALVES, E. P. Conversas sobre iniciação à pesquisa científica. Campinas, SP: Alínea, 2001.
GUNTHER, H. Pesquisa Qualitativa Versus Pesquisa Quantitativa: Esta É a Questão? Psicologia: Teoria e Pesquisa, Brasília, v. 22, p.201-210, Mai-Ago. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ptp/v22n2/a10v22n2>. Acesso em 15/04/2018.
IDEMA – Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio ambiente do Rio Grande do Norte. Perfil do seu Município – Doutor Severiano. Natal, V.10, p. 01 – 23, 2008.
LIMA, P, H, S; ALVES, A, M. Uso da água e mapeamento dos poços artesianos da cidade de Doutor Severiano/RN. 2018. 20 f. Tcc (graduação) - curso de Geografia, Departamento de Geografia, Universidade do estado do Rio Grande do Norte (UERN), Pau dos Ferros/RN, 2018.
MALVEZZI, R. Semi-árido: uma visão. Brasília: Confea, 2007. p. 140.
MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
PALUDO, D. Qualidade da água nos poços artesianos do município de Santa Clara do Sul. Monografia. 77f. Centro Universitário Univates. Lajeado, dez. 2010.
PENA, R, F, A. Águas subterrâneas: As águas subterrâneas são aquelas que se acumulam abaixo da superfície, geralmente nos poros existentes na composição das rochas.. Disponível em: < https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/Aguas-subterraneas.htm >. Acesso em: 01 ago. 2019
SANTOS, A. N. Rendimento e avaliação nutricional do cultivo hidropônico de alface (Lactuca sativa L.) em sistema NFT no semi-árido brasileiro utilizando águas salobras. Recife: UFRPE, 2009. 134p.
SOUTO, L. V.; LIMA, D. F.; FILHO, B. F. B.; DANTAS, J. R. Q. O Nordeste e a Escassez de Água: uma abordagem da Microrregião de Pau dos Ferros/RN. In: ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL, 17º, 2017, São Paulo. Artigo. 2017. p. 1 - 16.
VASCONCELOS, M, B. Poços para captação de águas subterrâneas: revisão de conceitos e proposta de nomenclatura. Águas Subterrâneas, Fortaleza, v. 1, n. 1, p.1-12, nov. 2014.
ZOBY, J.; MATOS, B. Águas subterrâneas no Brasil e sua inserção na Política Nacional de Recursos Hídricos. In: XII Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas. Anais..., Florianópolis: ABAS. Disponível em: http://aguassubterraneas.abas.org/asubterraneas /article/viewFile/22634/14858, 2012. Acesso em: 06 set.2018.
Downloads
Publicado
07-08-2020
Como Citar
da Silva Lima, P. H., Pinto Silva, B. J. ., Martins de Sousa, M. L. ., & de Medeiros Alves , A. . (2020). A SEMIARIDEZ E A PERFURAÇÃO DE POÇOS NA CIDADE DE DOUTOR SEVERIANO - RN. Revista Homem, Espaço E Tempo, 14(1), 97–108. Recuperado de //rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/358
Edição
Seção
ARTIGOS
Licença
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Os autores mantêm os direitos autorais de seus trabalhos e concedem à RHET o direito de primeira publicação, estando o manuscrito licenciado sob a licença Creative Commons Attribution (CC BY), que permite o compartilhamento, a distribuição e a adaptação do conteúdo, desde que sejam devidamente reconhecidas a autoria e a publicação original nesta revista.
- Os autores poderão firmar, separadamente, acordos adicionais para distribuição não exclusiva da versão publicada do trabalho, tais como depósito em repositórios institucionais, publicação em livros, capítulos ou outras coletâneas, desde que seja mencionada a publicação inicial na RHET.
- A revista incentiva a divulgação e circulação dos trabalhos publicados em ambientes acadêmicos e digitais, incluindo repositórios institucionais, páginas pessoais, redes acadêmicas e demais meios de acesso aberto, considerando que tais práticas contribuem para a ampliação da visibilidade, do impacto científico e das citações da produção publicada.
- Os autores são integralmente responsáveis pelo conteúdo, pelas informações, pelas opiniões e pelas referências apresentadas nos manuscritos publicados.
- Os artigos submetidos deverão ser acompanhados de declaração de revisão linguística em língua portuguesa, assinada por profissional habilitado, bem como de declaração de tradução e revisão dos resumos e demais elementos em língua estrangeira (inglês, espanhol ou francês), igualmente assinada pelos respectivos profissionais responsáveis.