La importancia de las lenguas ancestrales para los pueblos indígenas: el caso de Nheengatu Tapeba

Autores/as

Palabras clave:

Lenguas Indígenas. Nheengatu. Identidad Cultural.

Resumen

La lengua ancestral es de fundamental importancia para fortalecer la identidad y la cultura de los pueblos indígenas, constituyendo un instrumento esencial de resistencia, memoria y autodeterminación. En este contexto, el objetivo de este artículo fue comprender cómo el proceso de revitalización lingüística, articulado a través del proyecto "Nheengatu: historia, memoria e identidad cultural-lingüística del pueblo Tapeba", reafirma la continuidad histórica y territorial de este pueblo.Metodológicamente, se trata de un estudio de investigación cualitativa, de carácter básico y con un enfoque exploratorio-descriptivo, desarrollado mediante un estudio de caso, observación participante, notas de campo y análisis de contenido. Los resultados muestran que la revitalización del nheengatu fortalece la transmisión intergeneracional del conocimiento, amplía la autonomía pedagógica y simbólica de la comunidad y se alinea con el Decenio Internacional de las Lenguas Indígenas (2022-2032), reafirmando la urgencia de las políticas públicas orientadas a la preservación lingüística. Se concluye que el rescate de Nheengatu constituye un proceso de descolonización del conocimiento, de valoración de las prácticas socioculturales de Tapeba y de fortalecimiento de sus propias formas de comprender y vivir en la región semiárida.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

CEARÁ. Secretaria da Educação. Educação escolar indígena. Fortaleza: SEDUC, 2020. Disponível em: https://www.seduc.ce.gov.br/educacao-escolar-indigena/. Acesso em: 21 maio 2026.

CEARÁ. Secretaria da Educação. Memória viva dos índios Tapeba. Fortaleza: SEDUC, 2000.

CLIFFORD, J. A experiência etnográfica: antropologia e literatura no século XX. Tradução de Patrícia Farias. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1998.

D’ANGELIS, W. Revitalização de línguas indígenas no Brasil: limites e possibilidades. In: MAHER, Terezinha Machado; CAVALCANTI, Marilda do Couto (orgs.). Educação indígena e interculturalidade. Campinas: Curt Nimuendajú, 2014.

FALS BORDA, O. La investigación acción en convergencias disciplinarias. Lasaforum, v. 38, n. 4, p. 17–22, 2007. Disponível em:

https://www.researchgate.net/publication/337775374_La_investigacion_accion_en_convergencias_disciplinarias Acesso em: 10 dez. 2025.

FUNDAÇÃO NACIONAL DOS POVOS INDÍGENAS (FUNAI). Dia Internacional da Biodiversidade: cerca de 80% da biodiversidade mundial encontra-se em terras indígenas. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/funai/pt-br/assuntos/noticias/2023/dia-internacional-da-biodiversidade-cerca-de-80-da-biodiversidade-mundial-encontra-se-em-terras-indígenas Acesso em: 10 dez. 2025.

GIVEN, L. M. The SAGE encyclopedia of qualitative research methods. v. 1. California: SAGE Publications, 2008. Disponível em: https://www.researchgate.net/file.PostFileLoader.html?id=542f0ef3d685cc046a8b45a2&assetKey=AS:272466591584278@1441972506141 Acesso em: 10 dez. 2025.

HALBWACHS, M. A memória coletiva. Tradução de Beatriz Sidou. São Paulo: Centauro, 2006.

KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. Disponível em: https://cpdel.ifcs.ufrj.br/wp-content/uploads/2020/10/Ailton-Krenak-Ideias-para-adiar-o-fim-do-mundo.pdf Acesso em: 10 dez. 2025

MAC AN GHAILL, M. Understanding Masculinities: Social Relations and Cultural Arenas. Buckingham: Open University Press, 1996. Disponível em: https://www.econbiz.de/10004309312 Acesso em: 10 dez. 2025.

MALINOWSKI, B. Um diário no sentido estrito do termo. 1967. Disponível em: https://archive.org/details/1967MALLINOWSKIUmDiarioNoSentidoEstritoDoTermo Acesso em: 10 dez. 2025.

MARIETTO, M. L. Observação Participante e Não Participante: contextualização teórica e sugestão de roteiro para aplicação dos métodos. Revista Ibero-Americana de Estratégia, v. 17, n. 4, p. 05–18, 2018. DOI: 10.5585/riae.v17i4.2717.

MEIRELLES, S. R. The Process of Recollection as a Strategy of the Nheengatu Reclaim Policy in the Baixo Tapajós. Cadernos de Linguística, [S. l.], v. 5, n. 1, 2024. DOI: 10.25189/2675-4916.2024.V5.N1.ID692. Disponível em: https://cadernos.abralin.org/index.php/cadernos/issue/view/18 Acesso em: 10 dez. 2025.

MEIRELLES, S. R. S.; RUBIM, A. C.; BOMFIM, A. B. Década internacional das línguas indígenas no Brasil: o levante e o protagonismo indígena na construção de políticas linguísticas. Working Papers em Linguística, v. 23, n. 2, p. 154–177, 2022. DOI: 10.5007/1984-8420.2022.e84209. Acesso em: 10 dez. 2025.

MINAYO, M. C. S. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001.

MIRANDA, N. H. M. O.; CORRADI, A. A utilização das mídias sociais on-line pelo povo indígena Tembé-Tenetehara durante a festa do Moqueado. Contra Corrente: Revista do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (UEA), [S.l.], n. 17, p. 148–167, dez. 2021. ISSN 2525-4529. Disponível em: https://periodicos.uea.edu.br/index.php/contracorrente/article/view/2243 Acesso em: 10 dez. 2025.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS NO BRASIL. ONU lança plano de 10 anos para apoiar línguas indígenas ameaçadas. 19 dez. 2022. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/212593-onu-lan%C3%A7a-plano-de-10-anos-para-apoiar-l%C3%ADnguas-ind%C3%ADgenas-amea%C3%A7adas. Acesso em: 10 dez. 2025.

NASCIMENTO, F. P. Classificação da Pesquisa. Natureza, método ou abordagem metodológica, objetivos e procedimentos. In: NASCIMENTO, Francisco Paulo do.; SOUSA, Flávio Luís Leite (org). Metodologia da Pesquisa Científica: teoria e prática como elaborar TCC. Brasília: Thesaurus, 2016. p. 1-11.

OLIVEIRA, C. M. F. de. Literando vozes ancestrais: do prazer da leitura à construção de saberes históricos sobre os povos indígenas nos anos iniciais do ensino fundamental. Dissertação – Universidade Estadual do Piauí, 2025. Disponível em: https://share.google/R0R8kJzm7w9egoijc Acesso em: 10 dez. 2025.

PAULA, E. D. Línguas indígenas na contemporaneidade. Revista Habitus – Revista do Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia, v. 21, n. 1, p. 209–222, 2023. DOI: 10.18224/hab.v21i1.13634. Disponível em: https://seer.pucgoias.edu.br/index.php/habitus/article/view/13634 Acesso em: 12 dez. 2025.

RAMOS, A. R. Indigenism: ethnic politics in Brazil. Madison: University of Wisconsin Press, 1998.

SILVA, A. L. DA; FERREIRA, M. K. L. (Org.). Antropologia, história e educação: a questão indígena e a escola. São Paulo: Global, 2001.

STAKE, R. E. The art of case study research. Thousand Oaks: Sage Publications, 1995.

UNESCO. Plano de Ação Global da Década Internacional das Línguas Indígenas. Paris: UNESCO, 2022. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000383844_por Acesso em: 10 dez. 2025.

UNESCO. Atlas of the world’s languages in danger. Paris: UNESCO, 2022. Disponível em: https://www.unesco.org/languages-atlas. Acesso em: 05 dez. 2025.

XAVIER, A. R.; MUNIZ, K. R. de A.; SANTANA, J. R.; VASCONCELOS, J. G.; REGINALDO, S. G. Pesquisa em Educação: aspectos históricos e teórico-metodológicos. EDUCA - Revista Multidisciplinar em Educação, [S. l.], v. 8, p. 1–19, 2021. DOI: https://doi.org/10.26568/2359-2087.2021.4627. Disponível em: https://periodicos.unir.br/index.php/EDUCA/article/view/4627. Acesso em 18 jul. 2025.

YIN, R. K. Estudo de Caso: planejamento e métodos. 2.ed. Tradução Daniel Grassi. Porto Alegre: Bookman, 2001.

Publicado

2026-08-05

Cómo citar

AMORIM, A. V.; CAVALCANTE, I. D. L. A.; BARBOSA, E. B. dos S.; MAHIQUES, M. L. M. de; COSTA, J. D. F. da. La importancia de las lenguas ancestrales para los pueblos indígenas: el caso de Nheengatu Tapeba. Revista Homem, Espaço e Tempo, [S. l.], v. 20, n. 2, p. 348–361, 2026. Disponível em: //rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/833. Acesso em: 24 ago. 2026.