TRAVELING IN THE HEAT OF THE CITY: A REFLECTION ON THE HEAT ISLANDS IN THE URBE
Keywords:
Urban Climate. Mobile Transects. Crato / CE.Abstract
The present work brings up a brief discussion about the urbanization process in Brazil, highlighting the city of Crato, Ceará, discussing some environmental and social problems generated from this process. Therefore, the main agenda is based on reflecting about natural factors, in the specific case, the climate. In this context, the proposal presented brings to light the results of a research project carried out in the city of Crato / CE, in which studies were carried out for the identification of heat islands (I.C), using mobile transects as the main methodology. The work is guided by the paradigm proposed by professor Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro (1976), of the Urban Climate System (SCU), in the specific case, the study in question, focuses on subsystem I: Thermodynamic, analyzing the islands heat, its causes, the main problems and possible solutions. Therefore, the results show that the islands of night heat were of moderate intensity both in the humid period (July) and in the dry period (September), which are the result of this intense and rapid urbanization process, which contributes to the formation of its own microclimate in the cities. Thus, it follows the results discussed throughout the text.Downloads
Download data is not yet available.
References
AMORIM, M. C. C. T.; DUBREUIL, V.; CARDOSO, R. S. Modelagem espacial da ilha de calor urbana em Presidente Prudente-SP, Brasil. Revista Brasileira de Climatologia, Curitiba, v. 16, p. 29-45, 2005.
AMORIM, M. C. C. T. Climatologia e Gestão do espaço urbano. Mercator, número especial, p. 71- 90, dez. 2010.
ABREU, R. C.; SANTANA, A. N. C. Dinâmica Urbana de uma Cidade Média: Crato no Contexto da Região Metropolitana do Cariri no Estado do Ceará. In: CARACRISTI et. al. (Orgs). Diversidade Socioespacial e Questões do Semiárido Noroeste Brasileiro: Sobral: Edições UVA; SertãoCult, 2016, p. 193-207.
ASSIS, D. C. de. et al. Mensuração de Ilhas de Calor em Juiz de Fora com Uso de Transecto Móvel. Goiânia, 2016, p. 1553- 1564.
COLLISCHONN, E. Adentrando a cidade de pelotas/rs para tomar-lhe a temperatura. Revista Do Departamento De Geografia, (spe), 2016, p.9-23. Acesso em:
https://doi.org/10.11606/rdg.v0ispe.121450.
CEARÁ, IPLANCE. Atlas do Ceará. 1997.
DIAS, M. B. G.; NASCIMENTO, D. T. F. Clima Urbano e Ilhas de Calor: Aspectos Teórico-Metodológicos e Estudo de Caso. X Fórum Ambiental da Alta Paulista, v. 10, n. 12, 2014, pp. 27-41.
FIALHO, E. S.; CELESTINO JUNIOR, E.; QUINA, R.D. O campo térmico em situação episódica de primavera em uma cidade de pequeno porte, na zona da mata mineira: Um estudo de caso em Cajuri-MG. Revista Geografia, Recife, v. 13, n. 4, p. 300-318. p. 2016. Disponível em: < https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistageografia/article/view/229300/23652>. Acesso em: 15 maio de 2019.
FREITAS, M. M. S. de. Onda de Calor. Texto (on line). Disponível em: https://www.infoescola.com/meteorologia/onda-de-calor/. Acessado em: 25 de março de 2020.
GARTLAND, L. Ilhas de calor: como mitigar zonas de calor em áreas urbanas. São Paulo: Oficina de textos, 2010.
GARCIA, F. F.; ÁLVAREZ, D. R. Olas de Calor e influencia urbana em Madri y su área metropolitana. Estúdios Geográficos, 2008.
GARCÍA, M.C.M. Estudio del clima urbano de Barcelona: lá “isla de calor”. Tese de Doutorado, Universidade de Barcelona, Barcelona, 1996
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/home/. Acessado em 27 setembro de 2019.
IPECE. Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará. Crato-CE: Perfil básico do município. Fortaleza/CE. 2010.
LEFEBVRE, H. A Cidade e o Urbano. Espaço e Política, editions Anthropos, n.1, nov. 1970, p. 79-88.
MENDONÇA, F. Clima e Planejamento Urbano em Londrina proposições metodológica e de intervenção urbana a partir do estudo do campo termo-higrométrico. In: MONTEIRO, C. A. F. MENDONÇA, F. (Orgs.) Clima Urbano. São Paulo: Contexto, 2011. 2ª edição.
MINAKI, C. Análise das características termo higrométricas de transectos móveis noturnos em episódios de inverno em Maringá-PR. In: PEREZ FILHO, A.; AMORIM, R. R. (org). Os Desafios da Geografia Física na Fronteira do Conhecimento. 1 ed. Campinas-SP: INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS-UNICAMP, 2017, v. 1, p. 1622-1633.
MONTEIRO, C. A. F. Teoria e Clima Urbano. Série Teses e Monografias, nº25.São Paulo: Instituto de Geografia/USP, 1976. 181p.
OLIVEIRA, J. C. A.; ABREU, R. C. Resgatando a História de uma Cidade Média: Crato Capital da Cultura. Revista Historiar, ano II, n. 1, 2010, p. 244-262.
OKE, T. R. Boundary Layer Climates. London: Methuem & Ltd. A. Halsted Press Book, John Wiley & Sons, New York, 1978. 372p.
QUEIROZ, I.S. A região metropolitana do Cariri e os planos de integração do Governo do estado do Ceará para o Cariri cearense. GEOSABERES REVISTA DE ESTUDOS GEOEDUCACIONAIS, v. 6, p. 439-453, 2016.
RIBEIRO, S. C. Susceptibilidade aos Processos Erosivos Superficiais com Base na Dinâmica Geomorfológica na Microbacia do Rio Granjeiro, Crato/CE. Rio de Janeiro: UFRJ/PPGG, 2004.148 p. (Dissertação de Mestrado).
SANTOS, M. Metamorfoses do Espaço Habitado. 6° ed.- São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2014, 136p.
SILVA, J. M. O. Geotecnologias Aplicadas ao Estudo do Clima Urbano. Anais do XII Simpósio Brasileiro de Climatologia Geográfica. Goiania-GO. P. 1465-1476, 2016.
SOUZA, R. A. F. O lugar do Crato no século XX: morfologia e funções urbanas da aglomeração em estudo. GEOSABERES: Revista de Estudos Geoeducacioanais, v. 6, p. 439-453, 2010.
TEIXEIRA, D. C. F.; AMORIM, M. C. C. T. Ilhas de calor: representações espaciais de cidades de pequeno porte por meio de modelagem. Geousp – Espaço e Tempo (Online).2017
AMORIM, M. C. C. T. Climatologia e Gestão do espaço urbano. Mercator, número especial, p. 71- 90, dez. 2010.
ABREU, R. C.; SANTANA, A. N. C. Dinâmica Urbana de uma Cidade Média: Crato no Contexto da Região Metropolitana do Cariri no Estado do Ceará. In: CARACRISTI et. al. (Orgs). Diversidade Socioespacial e Questões do Semiárido Noroeste Brasileiro: Sobral: Edições UVA; SertãoCult, 2016, p. 193-207.
ASSIS, D. C. de. et al. Mensuração de Ilhas de Calor em Juiz de Fora com Uso de Transecto Móvel. Goiânia, 2016, p. 1553- 1564.
COLLISCHONN, E. Adentrando a cidade de pelotas/rs para tomar-lhe a temperatura. Revista Do Departamento De Geografia, (spe), 2016, p.9-23. Acesso em:
https://doi.org/10.11606/rdg.v0ispe.121450.
CEARÁ, IPLANCE. Atlas do Ceará. 1997.
DIAS, M. B. G.; NASCIMENTO, D. T. F. Clima Urbano e Ilhas de Calor: Aspectos Teórico-Metodológicos e Estudo de Caso. X Fórum Ambiental da Alta Paulista, v. 10, n. 12, 2014, pp. 27-41.
FIALHO, E. S.; CELESTINO JUNIOR, E.; QUINA, R.D. O campo térmico em situação episódica de primavera em uma cidade de pequeno porte, na zona da mata mineira: Um estudo de caso em Cajuri-MG. Revista Geografia, Recife, v. 13, n. 4, p. 300-318. p. 2016. Disponível em: < https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistageografia/article/view/229300/23652>. Acesso em: 15 maio de 2019.
FREITAS, M. M. S. de. Onda de Calor. Texto (on line). Disponível em: https://www.infoescola.com/meteorologia/onda-de-calor/. Acessado em: 25 de março de 2020.
GARTLAND, L. Ilhas de calor: como mitigar zonas de calor em áreas urbanas. São Paulo: Oficina de textos, 2010.
GARCIA, F. F.; ÁLVAREZ, D. R. Olas de Calor e influencia urbana em Madri y su área metropolitana. Estúdios Geográficos, 2008.
GARCÍA, M.C.M. Estudio del clima urbano de Barcelona: lá “isla de calor”. Tese de Doutorado, Universidade de Barcelona, Barcelona, 1996
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/home/. Acessado em 27 setembro de 2019.
IPECE. Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará. Crato-CE: Perfil básico do município. Fortaleza/CE. 2010.
LEFEBVRE, H. A Cidade e o Urbano. Espaço e Política, editions Anthropos, n.1, nov. 1970, p. 79-88.
MENDONÇA, F. Clima e Planejamento Urbano em Londrina proposições metodológica e de intervenção urbana a partir do estudo do campo termo-higrométrico. In: MONTEIRO, C. A. F. MENDONÇA, F. (Orgs.) Clima Urbano. São Paulo: Contexto, 2011. 2ª edição.
MINAKI, C. Análise das características termo higrométricas de transectos móveis noturnos em episódios de inverno em Maringá-PR. In: PEREZ FILHO, A.; AMORIM, R. R. (org). Os Desafios da Geografia Física na Fronteira do Conhecimento. 1 ed. Campinas-SP: INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS-UNICAMP, 2017, v. 1, p. 1622-1633.
MONTEIRO, C. A. F. Teoria e Clima Urbano. Série Teses e Monografias, nº25.São Paulo: Instituto de Geografia/USP, 1976. 181p.
OLIVEIRA, J. C. A.; ABREU, R. C. Resgatando a História de uma Cidade Média: Crato Capital da Cultura. Revista Historiar, ano II, n. 1, 2010, p. 244-262.
OKE, T. R. Boundary Layer Climates. London: Methuem & Ltd. A. Halsted Press Book, John Wiley & Sons, New York, 1978. 372p.
QUEIROZ, I.S. A região metropolitana do Cariri e os planos de integração do Governo do estado do Ceará para o Cariri cearense. GEOSABERES REVISTA DE ESTUDOS GEOEDUCACIONAIS, v. 6, p. 439-453, 2016.
RIBEIRO, S. C. Susceptibilidade aos Processos Erosivos Superficiais com Base na Dinâmica Geomorfológica na Microbacia do Rio Granjeiro, Crato/CE. Rio de Janeiro: UFRJ/PPGG, 2004.148 p. (Dissertação de Mestrado).
SANTOS, M. Metamorfoses do Espaço Habitado. 6° ed.- São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2014, 136p.
SILVA, J. M. O. Geotecnologias Aplicadas ao Estudo do Clima Urbano. Anais do XII Simpósio Brasileiro de Climatologia Geográfica. Goiania-GO. P. 1465-1476, 2016.
SOUZA, R. A. F. O lugar do Crato no século XX: morfologia e funções urbanas da aglomeração em estudo. GEOSABERES: Revista de Estudos Geoeducacioanais, v. 6, p. 439-453, 2010.
TEIXEIRA, D. C. F.; AMORIM, M. C. C. T. Ilhas de calor: representações espaciais de cidades de pequeno porte por meio de modelagem. Geousp – Espaço e Tempo (Online).2017
Downloads
Published
2020-09-28
How to Cite
Bráz Matos, F. (2020). TRAVELING IN THE HEAT OF THE CITY: A REFLECTION ON THE HEAT ISLANDS IN THE URBE. Revista Homem, Espaço E Tempo, 14(2), 51–65. Retrieved from //rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/446
Issue
Section
ARTIGOS
License
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Os autores mantêm os direitos autorais de seus trabalhos e concedem à RHET o direito de primeira publicação, estando o manuscrito licenciado sob a licença Creative Commons Attribution (CC BY), que permite o compartilhamento, a distribuição e a adaptação do conteúdo, desde que sejam devidamente reconhecidas a autoria e a publicação original nesta revista.
- Os autores poderão firmar, separadamente, acordos adicionais para distribuição não exclusiva da versão publicada do trabalho, tais como depósito em repositórios institucionais, publicação em livros, capítulos ou outras coletâneas, desde que seja mencionada a publicação inicial na RHET.
- A revista incentiva a divulgação e circulação dos trabalhos publicados em ambientes acadêmicos e digitais, incluindo repositórios institucionais, páginas pessoais, redes acadêmicas e demais meios de acesso aberto, considerando que tais práticas contribuem para a ampliação da visibilidade, do impacto científico e das citações da produção publicada.
- Os autores são integralmente responsáveis pelo conteúdo, pelas informações, pelas opiniões e pelas referências apresentadas nos manuscritos publicados.
- Os artigos submetidos deverão ser acompanhados de declaração de revisão linguística em língua portuguesa, assinada por profissional habilitado, bem como de declaração de tradução e revisão dos resumos e demais elementos em língua estrangeira (inglês, espanhol ou francês), igualmente assinada pelos respectivos profissionais responsáveis.