PONTE METÁLICA DE GRANJA: RESQUÍCIO DO PATRIMÔNIO INDUSTRIAL FERROVIÁRIO DO ESTADO DO CEARÁ
Palavras-chave:
Estrada de Ferro Sobral (EFS), patrimônio industrial ferroviário, ferrovias da seca, ponte metálica de Granja.Resumo
Resumo O presente artigo é uma revisão bibliográfica resultante do projeto de pesquisa Metodologias Aplicadas a Arquitetura e Urbanismo – (M.A.A.U.), durante o ano de 2020. O objetivo é qualificar a ponte metálica do município de Granja-CE como parte de um conjunto do patrimônio industrial ferroviário da Estrada de Ferro Sobral (EFS), no Estado do Ceará, identificar esta construção como elemento difusor do ideário progressista, que teve como objetivo desenvolver a produção agrícola interiorana da província em conjunto ao fortalecimento da política centralizadora do Império (1822-1889) e, por fim, apresentar pesquisa iconográfica e técnica sobre o modelo construtivo adotado. Em seguida há a proposta de uma constante pesquisa sobre os demais elementos deste patrimônio material e hipóteses de trabalhos futuros para a sua salvaguarda. Por conclusão demonstra-se a necessidade de uma investigação incisiva em determinados objetos edificados, ainda pouco estudados na pesquisa da historiografia de arquitetura industrial ferroviária do Estado do Ceará, em busca de uma possível construção de identidade cultural que se aproxime taticamente da práxis do arquiteto contemporâneo neste Estado, pela apresentação de um certo espirito progressista e inovador pré-existentes.Downloads
Não há dados estatísticos.
Referências
BARBOSA, Honório. No Ceará. 58 estações ferroviárias possuem proteção de bens valorados pelo Iphan. In.: Jornal Diário do Nordeste. Fortaleza, 2020. Acessado em 25 JAN 2020 em https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/regiao/no-ceara-58-estacoes-ferroviarias-possuem-protecao-de-bens-valorados-pelo-iphan-1.2197524
CAMELO FILHO, José Vieira. A implantação e a consolidação das estradas de ferro no nordeste brasileiro. Tese de doutorado. Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP, Campinas, 2000.
I.B.G.E. Enciclopédia dos municípios Brasileiros – vol. XVI. (org.) FERREIRA, Jurandyr Pires. Rio de Janeiro, 1959. Acessado em 24 JUN 2020 em https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv27295_16.pdf?fbclid=IwAR2Yb_UpjxMOgV8KQHFK6_6Q5aIBJWaWaAsbcZ8RS-yFrrosmxg17KPQqro
IPHAN. Manual Técnico do Patrimônio Ferroviário. s/ local e s/ data. Acessado em 25 JAN 2020 em http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Manual_tecnico_patrimonio_ferroviario.pdf
JUCÁ NETO, CLOVIS RAMIRO. Os primórdios da organização do espaço territorial e da vila cearense - algumas notas. Anais do Museu Paulista (Impresso), v. 20, p. 133-163, 2012
MARTINS, Vicente. Noticia Histórico-Chorografica da comarca de Granja. Fortaleza, 1912. Acessado em 25 JUN 2020 em https://www.institutodoceara.org.br/revista/Rev-apresentacao/RevPorAno/1912/1912-NoticiaHistorico-chorographicadaComarcaGranja.pdf
SCHWARZ, Roberto. Ao vencedor as batatas: forma literária e processo social nos inícios do romance brasileiro. 6ª edição. São Paulo: Duas Cidades / Editora 34, 2012.
SEGAWA, Hugo. Arquitetura no Brasil: 1900-1990. Editora da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014.
SILVA, Maria Claudia Vidal Lima. Uma revolução nos tempos das trocas: arquitetura do ferro na cidade de Fortaleza (1860-1910). Dissertação de Mestrado em História e Cultura. Universidade Estadual do Ceará - UFC, Fortaleza, 2015.
CAMELO FILHO, José Vieira. A implantação e a consolidação das estradas de ferro no nordeste brasileiro. Tese de doutorado. Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP, Campinas, 2000.
I.B.G.E. Enciclopédia dos municípios Brasileiros – vol. XVI. (org.) FERREIRA, Jurandyr Pires. Rio de Janeiro, 1959. Acessado em 24 JUN 2020 em https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv27295_16.pdf?fbclid=IwAR2Yb_UpjxMOgV8KQHFK6_6Q5aIBJWaWaAsbcZ8RS-yFrrosmxg17KPQqro
IPHAN. Manual Técnico do Patrimônio Ferroviário. s/ local e s/ data. Acessado em 25 JAN 2020 em http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Manual_tecnico_patrimonio_ferroviario.pdf
JUCÁ NETO, CLOVIS RAMIRO. Os primórdios da organização do espaço territorial e da vila cearense - algumas notas. Anais do Museu Paulista (Impresso), v. 20, p. 133-163, 2012
MARTINS, Vicente. Noticia Histórico-Chorografica da comarca de Granja. Fortaleza, 1912. Acessado em 25 JUN 2020 em https://www.institutodoceara.org.br/revista/Rev-apresentacao/RevPorAno/1912/1912-NoticiaHistorico-chorographicadaComarcaGranja.pdf
SCHWARZ, Roberto. Ao vencedor as batatas: forma literária e processo social nos inícios do romance brasileiro. 6ª edição. São Paulo: Duas Cidades / Editora 34, 2012.
SEGAWA, Hugo. Arquitetura no Brasil: 1900-1990. Editora da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014.
SILVA, Maria Claudia Vidal Lima. Uma revolução nos tempos das trocas: arquitetura do ferro na cidade de Fortaleza (1860-1910). Dissertação de Mestrado em História e Cultura. Universidade Estadual do Ceará - UFC, Fortaleza, 2015.
Downloads
Publicado
28-09-2020
Como Citar
Moraes, R. R. ., & Pereira Araujo Filho, P. C. . (2020). PONTE METÁLICA DE GRANJA: RESQUÍCIO DO PATRIMÔNIO INDUSTRIAL FERROVIÁRIO DO ESTADO DO CEARÁ. Revista Homem, Espaço E Tempo, 14(2), 170–185. Recuperado de //rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/453
Edição
Seção
ARTIGOS
Licença
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Os autores mantêm os direitos autorais de seus trabalhos e concedem à RHET o direito de primeira publicação, estando o manuscrito licenciado sob a licença Creative Commons Attribution (CC BY), que permite o compartilhamento, a distribuição e a adaptação do conteúdo, desde que sejam devidamente reconhecidas a autoria e a publicação original nesta revista.
- Os autores poderão firmar, separadamente, acordos adicionais para distribuição não exclusiva da versão publicada do trabalho, tais como depósito em repositórios institucionais, publicação em livros, capítulos ou outras coletâneas, desde que seja mencionada a publicação inicial na RHET.
- A revista incentiva a divulgação e circulação dos trabalhos publicados em ambientes acadêmicos e digitais, incluindo repositórios institucionais, páginas pessoais, redes acadêmicas e demais meios de acesso aberto, considerando que tais práticas contribuem para a ampliação da visibilidade, do impacto científico e das citações da produção publicada.
- Os autores são integralmente responsáveis pelo conteúdo, pelas informações, pelas opiniões e pelas referências apresentadas nos manuscritos publicados.
- Os artigos submetidos deverão ser acompanhados de declaração de revisão linguística em língua portuguesa, assinada por profissional habilitado, bem como de declaração de tradução e revisão dos resumos e demais elementos em língua estrangeira (inglês, espanhol ou francês), igualmente assinada pelos respectivos profissionais responsáveis.