AULA DE CAMPO NO ENSINO DE GEOMORFOLOGIA: DESBRAVANDO OS SERTÕES DA PARAÍBA E DO RIO GRANDE DO NORTE
Palavras-chave:
Aula de Campo. Geomorfologia. SemiáridoResumo
Entender a geomorfologia de áreas semiáridas torna-se uma ferramenta essencial por possibilitar o entendimento da dinâmica do relevo, permitindo uma melhor noção da espacialidade quando aliada à aula de campo. Tendo a geomorfologia como ponto de partida, esse trabalho tem como objetivo apresentar a aula de campo como ferramenta essencial e indispensável para o graduando de geografia, trazendo assim um recorte espacial de alguns municípios da Paraíba e Rio Grande do Norte percorrido na aula de campo da disciplina optativa Geomorfologia do Brasil ofertada na Universidade Regional do Cariri (URCA).Downloads
Não há dados estatísticos.
Referências
BASTOS, F. H.; CORDEIRO, A. M. Fatores naturais na evolução das paisagens no semiárido brasileiro: uma abordagem geral. Revista Geonorte, Edição Especial, v. 2, n. 4, 2012.p. 464-476. Disponível em http://www.periodicos.ufam.edu.br/revista-geonorte/article/view/2099/1974.
CARVALHO, B. C.; SANTOS, A. H. B. dos; OLIVEIRA, D. de. Trabalho de campo como recurso didático no ensino de geografia física. 2017.
CHRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia. 2.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1980. 188p.
CPRM - Serviço Geológico do Brasil Projeto cadastro de fontes de abastecimento por água subterrânea. Diagnóstico do município de Carnaúba dos Dantas, estado do Rio Grande do Norte. Recife: CPRM/PRODEEM, 2005.
DINIZ, M. T. M.; ARAÚJO, F. H. R. de.; MEDEIROS, J. L. de. Geografia Física do Rio Grande do Norte em Atividades de Campo: Aspectos Fisiográficos e da Ocupação Humana. Revista Ensino de Geografia, Uberlândia, v. 5, n. 9, p. 185-196, jul/dez. 2014.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Perfil básico dos municípios 2010. Disponível em http://www.ibge.gov.br/home/. Acessado em 27 fevereiro de 2020.
LEONARDI, G.; CARVALHO, I. S. de. Icnofósseis da bacia do Rio do Peixe, PB. O mais marcante registro de pegadas de dinossauros do Brasil. Brasilia, p. 101-111, 2002.
MATHIAS, D. T.; SANTOS, L. K.; SOUZA, M. R. Considerações sobre o Trabalho de Campo no Ensino de Geomorfologia em Áreas Representativas da Geodiversidade: Serra Dourada de Goiás. Anais do XII Simpósio Nacional de Geomorfologia. Crato/CE, 2018.
RIBEIRO, S. C.; MARÇAL, M. S. dos.; CORREA, A. C. B. de. GEOMORFOLOGIA DE ÁREAS SEMI-ÁRIDAS: UMA CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DOS SERTÕES NORDESTINOS. Revista de Geografia. Recife: UFPE – DCG/NAPA, v. 27, n. 1, jan/mar. 2010.
SOUZA, C. J. O; Faria, F. S. R.; Neves, M. P. Trabalho de campo, por que fazê-lo? Reflexões à luz de documentos legais e de práticas acadêmicas com as geociências. Anais VII Simpósio Nacional de Geomorfologia. Belo Horizonte.
VELLOSO, T. O. S.; MENDES, T. S. A preparação, execução e os resultados obtidos no campo como uma forma de compreender os fenômenos geomorfológicos e a interação entre sociedade e a natureza. O caso do trabalho de campo de Geomorfologia Climática e Estrutural no litoral capixaba. In: 9º SINAGEO - Simpósio Nacional de Geomorfologia, 2012, Rio de Janeiro. Ensino de Geomorfologia, formação e profissionalização do Geomorfologia, 2012
CARVALHO, B. C.; SANTOS, A. H. B. dos; OLIVEIRA, D. de. Trabalho de campo como recurso didático no ensino de geografia física. 2017.
CHRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia. 2.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1980. 188p.
CPRM - Serviço Geológico do Brasil Projeto cadastro de fontes de abastecimento por água subterrânea. Diagnóstico do município de Carnaúba dos Dantas, estado do Rio Grande do Norte. Recife: CPRM/PRODEEM, 2005.
DINIZ, M. T. M.; ARAÚJO, F. H. R. de.; MEDEIROS, J. L. de. Geografia Física do Rio Grande do Norte em Atividades de Campo: Aspectos Fisiográficos e da Ocupação Humana. Revista Ensino de Geografia, Uberlândia, v. 5, n. 9, p. 185-196, jul/dez. 2014.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Perfil básico dos municípios 2010. Disponível em http://www.ibge.gov.br/home/. Acessado em 27 fevereiro de 2020.
LEONARDI, G.; CARVALHO, I. S. de. Icnofósseis da bacia do Rio do Peixe, PB. O mais marcante registro de pegadas de dinossauros do Brasil. Brasilia, p. 101-111, 2002.
MATHIAS, D. T.; SANTOS, L. K.; SOUZA, M. R. Considerações sobre o Trabalho de Campo no Ensino de Geomorfologia em Áreas Representativas da Geodiversidade: Serra Dourada de Goiás. Anais do XII Simpósio Nacional de Geomorfologia. Crato/CE, 2018.
RIBEIRO, S. C.; MARÇAL, M. S. dos.; CORREA, A. C. B. de. GEOMORFOLOGIA DE ÁREAS SEMI-ÁRIDAS: UMA CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DOS SERTÕES NORDESTINOS. Revista de Geografia. Recife: UFPE – DCG/NAPA, v. 27, n. 1, jan/mar. 2010.
SOUZA, C. J. O; Faria, F. S. R.; Neves, M. P. Trabalho de campo, por que fazê-lo? Reflexões à luz de documentos legais e de práticas acadêmicas com as geociências. Anais VII Simpósio Nacional de Geomorfologia. Belo Horizonte.
VELLOSO, T. O. S.; MENDES, T. S. A preparação, execução e os resultados obtidos no campo como uma forma de compreender os fenômenos geomorfológicos e a interação entre sociedade e a natureza. O caso do trabalho de campo de Geomorfologia Climática e Estrutural no litoral capixaba. In: 9º SINAGEO - Simpósio Nacional de Geomorfologia, 2012, Rio de Janeiro. Ensino de Geomorfologia, formação e profissionalização do Geomorfologia, 2012
Downloads
Publicado
28-09-2020
Como Citar
Souza do Nascimento, T. G., Matos, F. B., Luna, V. F. ., & Ribeiro, S. C. (2020). AULA DE CAMPO NO ENSINO DE GEOMORFOLOGIA: DESBRAVANDO OS SERTÕES DA PARAÍBA E DO RIO GRANDE DO NORTE. Revista Homem, Espaço E Tempo, 14(2), 83–99. Recuperado de //rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/428
Edição
Seção
ARTIGOS
Licença
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Os autores mantêm os direitos autorais de seus trabalhos e concedem à RHET o direito de primeira publicação, estando o manuscrito licenciado sob a licença Creative Commons Attribution (CC BY), que permite o compartilhamento, a distribuição e a adaptação do conteúdo, desde que sejam devidamente reconhecidas a autoria e a publicação original nesta revista.
- Os autores poderão firmar, separadamente, acordos adicionais para distribuição não exclusiva da versão publicada do trabalho, tais como depósito em repositórios institucionais, publicação em livros, capítulos ou outras coletâneas, desde que seja mencionada a publicação inicial na RHET.
- A revista incentiva a divulgação e circulação dos trabalhos publicados em ambientes acadêmicos e digitais, incluindo repositórios institucionais, páginas pessoais, redes acadêmicas e demais meios de acesso aberto, considerando que tais práticas contribuem para a ampliação da visibilidade, do impacto científico e das citações da produção publicada.
- Os autores são integralmente responsáveis pelo conteúdo, pelas informações, pelas opiniões e pelas referências apresentadas nos manuscritos publicados.
- Os artigos submetidos deverão ser acompanhados de declaração de revisão linguística em língua portuguesa, assinada por profissional habilitado, bem como de declaração de tradução e revisão dos resumos e demais elementos em língua estrangeira (inglês, espanhol ou francês), igualmente assinada pelos respectivos profissionais responsáveis.