“NEGO NUNCA DEIXOU O CATIVEIRO”: HISTÓRIAS E MEMÓRIAS DA ESCRAVIDÃO NA FAZENDA MALHADA GRANDE *
Resumo
O artigo discorre sobre as relações sociais experimentadas por escravos e senhores da fazenda Malhada Grande, atualmente distrito de Santa Quitéria. A discussão é feita com base nas memórias sobre a escravidão no lugar, e, com o diálogo que estabelecemos entre essa fonte e os registros de nascimento e casamento da Paróquia de Santa Quitéria. O sobrenome “Braga” é o principal fio condutor da discussão.Downloads
Referências
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