O O PROCESSO DE DESERTIFICAÇÃO A PARTIR DE UMA ANÁLISE GEOSSISTÊMICA NA FAZENDA RENASCER EM IRAUÇUBA, CEARÁ
Mots-clés :
Análise Sistêmica. Conservação do solo. Geografia Ambiental.Résumé
O processo de desertificação tem sido objeto de estudos de diversas áreas do conhecimento e gerando profundas discursões acerca do uso, ocupação, degradação e preservação do meio ambiente em áreas de climas subúmidos secos, áridos e semiáridos nos últimos anos. No entanto suscitou-se nesta pesquisa, compreendê-lo a partir da Teoria Geossistêmica, na qual constitui uma boa base para os estudos da Paisagem devido a sua compatibilidade com a escala humana. Através de análises empíricas realizadas na disciplina de Geografia Ambiental, pôde-se identificar os potenciais ecológicos, a exploração biológica e a ação antrópica na Fazenda Renascer em Irauçuba, Ceará, a partir das técnicas de conservação do solo sob a perspectiva da visão integrada desses sistemas, buscando apresentar as possibilidades de reversibilidades de áreas susceptíveis à desertificação.Téléchargements
Les données relatives au téléchargement ne sont pas encore disponibles.
Références
AB’SABER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza do Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003.
BORZACCHIELLO, José da Silva; CAVALCANTE, Tercia Correia; DANTAS, Eustógio Wanderley Correia. (Orgs) Ceará: Um novo olhar geográfico. 2. ed. Fortaleza, Edições Demócrito Rocha, 2007.
BRASIL, MINISTÉRIO DO MEIO AMABIENTE. Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, PAN-Brasil. Brasília-DF, 2004.
CEARÁ, SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS. Programa de Ação Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, PAE-CE, Fortaleza, 2010.
COSTA FALCÃO, Cleire. Lima. Erosão Hídrica do Solo e a Estimativa da Produção de Sedimentos em uma Área de maciço residual Úmido do Semiárido Cearense. XVII Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada. 16ed.SP.,2017, v.Li, p.2529.
______ FALCÃO SOBRINHO José. A Obra de Goethe e o Viajante Naturalista Humboldt: à Prática Científica do Trabalho de Campo. Ciência e Natura, v.38, p.1238,2016
______A Dinâmica Erosiva do Escoamento Pluvial em Área de Depressão Sertaneja e de maciço residual no semiárido Cearense. Tese de doutorado. USP. São Paulo, 2008.
FALCÃO SOBRINHO, José. COSTA FALCÃO, Cleire Lima. (orgs). Semiárido: Diversidades, Fragilidades e Potencialidades. 01ed. Sobral: Sobral Gráfica, 2006. V.01. 212p.
______Geografia Física: a natureza na pesquisa e no ensino. . Rio de Janeiro. TMAISOITO, 2008
FALCÃO SOBRINHO, José. Relevo e paisagem. Sobral: Edições Sobral, 2007
FUNDAÇÃO CEARENSE DE METEOROLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS-FUNCEME. Zoneamento ecológico-econômico das áreas susceptíveis à desertificação do estado do Ceará: Núcleo I- Irauçuba/Centro-Norte. Fortaleza: Expressão, 2015.
GUERRA, Maria Daniely Freire; SOUZA, Marcos José Nogueira de; LUSTOSA Jacqueline Pires Gonçalves. Revisitando a Teoria Geossistêmica de Bertrand no século XXI: aportes para o GTP (?). Geografia em questão. v. 05, n.02, p. 28-42. 2012. Disponível em: http://saber.unioeste.br/index.php/geoemquestao/article/viewFile/5454/5158. Acesso em: 10 nov 2019.
MACIEL, Caio Augusto Amorim; PONTES, Emílio Tarles. Seca e convivência com o semiárido: adaptação ao meio e patrimonialização da Caatinga no Nordeste brasileiro. Rio de Janeiro: Consequência Editora, 2015.
MACHADO NETO, Epaminondes. Pinheiro.; COSTA FALCÃO, Cleire Lima. Aula de Campo como Recurso Didático no Ensino de Geografia Ambiental: Estudo a Partir da Metodologia de Análise do Relevo. Revista da Casa da Geografia de Sobral (RCGS), v.21, p.1289-1299, 2019.
MORO, Marcelo Freire, et.al. Vegetação, unidades fitoecológicas e diversidade paisagística
do estado do Ceará. Rodriguésia. v. 66(3) p. 717-743. 2015. Disponível em: < http://dx.doi.org/10.6084/m9.figshare.1289930> Acesso em: 02 fev 2020.
OLIVEIRA, Teógenes Senna de; ASSIS JR., Raimundo Nonato; ROMERO, Ricardo Espíndola; SILVA, José Ronaldo Coelho. Agricultura, sustentabilidade e o semiárido. Fortaleza: UFC, 2000.
PEREZ-MARIN, Aldrin Martin. Núcleos de desertificação no semiárido brasileiro: ocorrência natural ou antrópica? Parcerias Estratégicas, Brasília, v. 17, n. 34, p. 87-106, jan /jun. 2012. Disponível em: <http://seer.cgee.org.br/index.php/parcerias_estrategicas/article/viewFile/671/615> Acesso em: 15 dez 2019.
SANTOS, Francílio de Amorim; AQUINO, Cláudia Maria Sabóia. Panorama da desertificação no Nordeste do Brasil: características e suscetibilidades. InterEspaço, revista de Geografia e Interdisciplinaridade. Grajaú, v.2, n.7, p. 144-161. set/dez 2016. Disponível em:
<http://www.periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/interespaco/article/view/7370> Acesso em: 24 dez 2019.
SILVA FILHO, Jorge Coelho da. Tecnologia agrícola para o semiárido brasileiro. Recife: FUNDAJ, Editora Massangana, 1988.
SILVA, Nizemare Lima.; ARAÚJO FILHO, João Ambrósio de; PONTE, Antônio Edneudo; MOITA. et.al.. Técnicas de manejo no controle capim-panasco-verdadeiro (Aristida adscensionis Linn). XXXVII Reunião Anual da SZB. Viçosa: 2000. Disponível em : <https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/48263/1/AAC-Tecnicas-de-manejo.pdf> Acesso em: 04 jan 2020.
TRIGUEIRO, Eliedir Ribeiro da Cunha; OLIEVIRA, Vládia Pinto Vidal de; BEZERRA, Carlos Lineu Frota. Indicadores biofísicos e a dinâmica da degradação/desertificação no bioma Caatinga: estudo de caso no município de Tauá, Ceará. REDE-Revista Eletrônica do Prodema. Fortaleza, v.3, n.1, p. 62-82. jun 2009. Disponível em: <http://www.revistarede.ufc.br/rede/article/view/20>. Acesso em: 29 fev. 2020
BORZACCHIELLO, José da Silva; CAVALCANTE, Tercia Correia; DANTAS, Eustógio Wanderley Correia. (Orgs) Ceará: Um novo olhar geográfico. 2. ed. Fortaleza, Edições Demócrito Rocha, 2007.
BRASIL, MINISTÉRIO DO MEIO AMABIENTE. Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, PAN-Brasil. Brasília-DF, 2004.
CEARÁ, SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS. Programa de Ação Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, PAE-CE, Fortaleza, 2010.
COSTA FALCÃO, Cleire. Lima. Erosão Hídrica do Solo e a Estimativa da Produção de Sedimentos em uma Área de maciço residual Úmido do Semiárido Cearense. XVII Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada. 16ed.SP.,2017, v.Li, p.2529.
______ FALCÃO SOBRINHO José. A Obra de Goethe e o Viajante Naturalista Humboldt: à Prática Científica do Trabalho de Campo. Ciência e Natura, v.38, p.1238,2016
______A Dinâmica Erosiva do Escoamento Pluvial em Área de Depressão Sertaneja e de maciço residual no semiárido Cearense. Tese de doutorado. USP. São Paulo, 2008.
FALCÃO SOBRINHO, José. COSTA FALCÃO, Cleire Lima. (orgs). Semiárido: Diversidades, Fragilidades e Potencialidades. 01ed. Sobral: Sobral Gráfica, 2006. V.01. 212p.
______Geografia Física: a natureza na pesquisa e no ensino. . Rio de Janeiro. TMAISOITO, 2008
FALCÃO SOBRINHO, José. Relevo e paisagem. Sobral: Edições Sobral, 2007
FUNDAÇÃO CEARENSE DE METEOROLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS-FUNCEME. Zoneamento ecológico-econômico das áreas susceptíveis à desertificação do estado do Ceará: Núcleo I- Irauçuba/Centro-Norte. Fortaleza: Expressão, 2015.
GUERRA, Maria Daniely Freire; SOUZA, Marcos José Nogueira de; LUSTOSA Jacqueline Pires Gonçalves. Revisitando a Teoria Geossistêmica de Bertrand no século XXI: aportes para o GTP (?). Geografia em questão. v. 05, n.02, p. 28-42. 2012. Disponível em: http://saber.unioeste.br/index.php/geoemquestao/article/viewFile/5454/5158. Acesso em: 10 nov 2019.
MACIEL, Caio Augusto Amorim; PONTES, Emílio Tarles. Seca e convivência com o semiárido: adaptação ao meio e patrimonialização da Caatinga no Nordeste brasileiro. Rio de Janeiro: Consequência Editora, 2015.
MACHADO NETO, Epaminondes. Pinheiro.; COSTA FALCÃO, Cleire Lima. Aula de Campo como Recurso Didático no Ensino de Geografia Ambiental: Estudo a Partir da Metodologia de Análise do Relevo. Revista da Casa da Geografia de Sobral (RCGS), v.21, p.1289-1299, 2019.
MORO, Marcelo Freire, et.al. Vegetação, unidades fitoecológicas e diversidade paisagística
do estado do Ceará. Rodriguésia. v. 66(3) p. 717-743. 2015. Disponível em: < http://dx.doi.org/10.6084/m9.figshare.1289930> Acesso em: 02 fev 2020.
OLIVEIRA, Teógenes Senna de; ASSIS JR., Raimundo Nonato; ROMERO, Ricardo Espíndola; SILVA, José Ronaldo Coelho. Agricultura, sustentabilidade e o semiárido. Fortaleza: UFC, 2000.
PEREZ-MARIN, Aldrin Martin. Núcleos de desertificação no semiárido brasileiro: ocorrência natural ou antrópica? Parcerias Estratégicas, Brasília, v. 17, n. 34, p. 87-106, jan /jun. 2012. Disponível em: <http://seer.cgee.org.br/index.php/parcerias_estrategicas/article/viewFile/671/615> Acesso em: 15 dez 2019.
SANTOS, Francílio de Amorim; AQUINO, Cláudia Maria Sabóia. Panorama da desertificação no Nordeste do Brasil: características e suscetibilidades. InterEspaço, revista de Geografia e Interdisciplinaridade. Grajaú, v.2, n.7, p. 144-161. set/dez 2016. Disponível em:
<http://www.periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/interespaco/article/view/7370> Acesso em: 24 dez 2019.
SILVA FILHO, Jorge Coelho da. Tecnologia agrícola para o semiárido brasileiro. Recife: FUNDAJ, Editora Massangana, 1988.
SILVA, Nizemare Lima.; ARAÚJO FILHO, João Ambrósio de; PONTE, Antônio Edneudo; MOITA. et.al.. Técnicas de manejo no controle capim-panasco-verdadeiro (Aristida adscensionis Linn). XXXVII Reunião Anual da SZB. Viçosa: 2000. Disponível em : <https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/48263/1/AAC-Tecnicas-de-manejo.pdf> Acesso em: 04 jan 2020.
TRIGUEIRO, Eliedir Ribeiro da Cunha; OLIEVIRA, Vládia Pinto Vidal de; BEZERRA, Carlos Lineu Frota. Indicadores biofísicos e a dinâmica da degradação/desertificação no bioma Caatinga: estudo de caso no município de Tauá, Ceará. REDE-Revista Eletrônica do Prodema. Fortaleza, v.3, n.1, p. 62-82. jun 2009. Disponível em: <http://www.revistarede.ufc.br/rede/article/view/20>. Acesso em: 29 fev. 2020
Téléchargements
Publiée
2020-09-28
Comment citer
Leone Facundo, A. ., & Costa Falcão, C. L. da . (2020). O O PROCESSO DE DESERTIFICAÇÃO A PARTIR DE UMA ANÁLISE GEOSSISTÊMICA NA FAZENDA RENASCER EM IRAUÇUBA, CEARÁ. Revista Homem, Espaço E Tempo, 14(2), 35–50. Consulté à l’adresse //rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/422
Numéro
Rubrique
ARTIGOS
Licence
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Os autores mantêm os direitos autorais de seus trabalhos e concedem à RHET o direito de primeira publicação, estando o manuscrito licenciado sob a licença Creative Commons Attribution (CC BY), que permite o compartilhamento, a distribuição e a adaptação do conteúdo, desde que sejam devidamente reconhecidas a autoria e a publicação original nesta revista.
- Os autores poderão firmar, separadamente, acordos adicionais para distribuição não exclusiva da versão publicada do trabalho, tais como depósito em repositórios institucionais, publicação em livros, capítulos ou outras coletâneas, desde que seja mencionada a publicação inicial na RHET.
- A revista incentiva a divulgação e circulação dos trabalhos publicados em ambientes acadêmicos e digitais, incluindo repositórios institucionais, páginas pessoais, redes acadêmicas e demais meios de acesso aberto, considerando que tais práticas contribuem para a ampliação da visibilidade, do impacto científico e das citações da produção publicada.
- Os autores são integralmente responsáveis pelo conteúdo, pelas informações, pelas opiniões e pelas referências apresentadas nos manuscritos publicados.
- Os artigos submetidos deverão ser acompanhados de declaração de revisão linguística em língua portuguesa, assinada por profissional habilitado, bem como de declaração de tradução e revisão dos resumos e demais elementos em língua estrangeira (inglês, espanhol ou francês), igualmente assinada pelos respectivos profissionais responsáveis.