//rhet.uvanet.br/index.php/rhet/issue/feedRevista Homem, Espaço e Tempo2026-08-10T00:24:18-03:00Glauciana Alves Telesrevistahomemespacoetempo@gmail.comOpen Journal Systems<p data-start="144" data-end="607">A Revista Homem, Espaço e Tempo é um periódico científico vinculado ao Centro de Ciências Humanas (CCH) da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), registrado sob o ISSN eletrônico 1982-3800. Tem como objetivo principal a divulgação de artigos científicos inéditos, resultantes de pesquisas acadêmicas desenvolvidas nos níveis de graduação e pós-graduação, que contribuam para o fortalecimento e o aprofundamento dos debates nas áreas das Ciências Humanas.</p> <p data-start="614" data-end="1030">O periódico encontra-se organizado em diferentes seções e possui periodicidade semestral, destinando-se a pesquisadores, profissionais e discentes em processo de formação acadêmica. A Revista Homem, Espaço e Tempo agradece o interesse de todos que buscam este espaço de comunicação científica, reafirmando seu compromisso como um importante veículo de divulgação e socialização da produção da comunidade acadêmica.</p>//rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/792A CONSTRUÇÃO DO CONCEITO DE PAISAGEM PELO ENSINO DE GEOGRAFIA 2026-03-02T21:54:43-03:00Josimar Gonzaga Diasjosimar.dias@seduc.go.gov.brSuzana Ribeiro Lima Oliveirasuzanarili@ufj.edu.br<p>Este trabalho investiga como as concepções estéticas e contemplativas de paisagem, predominantes no senso comum e no Ensino Médio, limitam o desenvolvimento do pensamento geográfico crítico. A fundamentação teórica percorre a evolução do conceito, desde a herança pictórica renascentista e as bases científicas de Humboldt e Ritter, até a perspectiva contemporânea de Milton Santos, que define a paisagem como um "palimpsesto" de formas herdadas e o espaço como a vida que as anima. Através de uma abordagem qualitativa de caráter descritivo-exploratório e revisão bibliográfica (2000-2025), a pesquisa analisa o papel da paisagem como categoria analítica essencial para a formação cidadã. Os resultados indicam que o ensino tradicional, muitas vezes restrito a materiais apostilados e descrições superficiais, reforça visões estereotipadas que ignoram processos socioeconômicos e históricos invisíveis à observação direta. Em contrapartida, propõe-se uma transposição didática que utilize metodologias vivenciais e mediação docente para converter a percepção visual em interpretação crítica. Conclui-se que superar a visão da paisagem como mera "cena" é fundamental para que o estudante compreenda as dinâmicas socioambientais, especialmente em contextos locais como o Cerrado. Ao articular forma, conteúdo e tempo, a Geografia escolar capacita o aluno a ler o mundo de maneira complexa, promovendo a consciência ambiental e a intervenção social consciente, transformando a materialidade observada em instrumento de empoderamento e exercício da cidadania.</p>2026-08-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Homem, Espaço e Tempo//rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/827O COMÉRCIO INFORMAL NA FRONTEIRA ENTRE GUIANA FRANCESA E SURINAME: O PROTAGONISMO DOS BUSHINENGUE2026-05-23T18:30:27-03:00José Mauro Palharesjmpalhares@gmail.comPedro Henrique Pessoa Pessoaglauciana_teles@uvanet.br<p>Os bushinengues são reconhecidos como descendentes de escravizados surinameses que resistiram ao regime de trabalho forçado durante o período colonial, buscando liberdade nas áreas de floresta. Ao longo do tempo, esses grupos se estabeleceram principalmente nas margens do rio Maroni, que hoje delimita a fronteira entre a Guiana Francesa (França) e o Suriname. Atualmente, essa região é marcada por uma dinâmica comercial complexa, na qual a informalidade desempenha um papel significativo. Nesse contexto, o presente estudo tem como objetivo analisar o comércio internacional na fronteira entre a Guiana Francesa e o Suriname, destacando o protagonismo dos bushinengues nesse processo. Para isso, realizou-se uma revisão da literatura sobre comércio internacional e estudos de fronteira, seguida de uma análise das particularidades econômicas da região das Guianas. Por fim, foram examinadas as principais atividades econômicas e os produtos que circulam nessa fronteira, buscando compreender como os bushinengues atuam nesse sistema. Além da abordagem teórica, foi desenvolvido trabalho de campo, com base em observação direta e aplicação de questionários abertos, a fim de compreender, de maneira mais próxima, o contexto do comércio internacional na região.</p>2026-08-10T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Homem, Espaço e Tempo//rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/869A ARTICULAÇÃO DO SEMIÁRIDO BRASILEIRO (ASA) E O PROCESSO DE TERRITORIALIZAÇÃO DO PROGRAMA UMA TERRA E DUAS ÁGUAS (P1+2) NA REGIÃO NOROESTE DO ESTADO DO CEARÁ2026-08-03T21:36:46-03:00Renato César Aragão Mendes Júniorrenatocesar41@hotmail.comAntônio Jarbas Barros de Moraesjarbasgeografia@gmail.com<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Calibri, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;">A Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) constitui uma das principais experiências de organização da sociedade civil voltadas à promoção do desenvolvimento sustentável no semiárido brasileiro. Este estudo analisa a trajetória da ASA e o processo de consolidação do paradigma da convivência com o semiárido, em contraposição às tradicionais políticas de combate à seca que marcaram a atuação estatal ao longo do século XX. A pesquisa fundamenta-se em revisão bibliográfica, análise documental e entrevistas com representantes da articulação, buscando compreender a estrutura organizacional da rede, suas estratégias de atuação e os impactos das tecnologias sociais hídricas implementadas na região. Os resultados evidenciam que a ASA emergiu a partir da mobilização de organizações sociais comprometidas com a transformação das condições de vida das populações sertanejas, defendendo o acesso à água, à terra e à renda como elementos estruturantes do desenvolvimento regional. Nesse contexto, destacam-se programas como o Um Milhão de Cisternas (P1MC), o Uma Terra e Duas Águas (P1+2), o Cisternas nas Escolas e o Sementes do Semiárido, que ampliaram o acesso à água para consumo humano e produção agrícola, fortalecendo a segurança alimentar e a permanência das famílias no campo. Observa-se ainda que a articulação entre sociedade civil e Estado foi decisiva para a expansão dessas iniciativas, embora a redução dos investimentos públicos a partir de 2015 tenha imposto desafios à continuidade dos programas. Conclui-se que a ASA desempenha papel fundamental na territorialização de práticas sustentáveis e na construção de alternativas de desenvolvimento adaptadas às especificidades socioambientais do semiárido, contribuindo para a valorização dos saberes locais e para o fortalecimento da autonomia das comunidades rurais.</span></span></span></span></p>2026-08-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Homem, Espaço e Tempo//rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/804PRODUÇÃO DE DADOS VOLTADOS AO ESTUDO DA VARIAÇÃO VERTICAL DOS PARÂMETROS CLIMÁTICOS DA CIDADE DE SOBRAL POR MEIO DO USO DE DATALOGGER E DRONE2026-04-14T19:10:54-03:00Isorlanda Caracristiicaracristi@hotmail.comLevi Dias Vasconceloslevidias130@gamil.com<p>O presente estudo teve seu desenvolvimento em duas etapas, uma teórica (levantamento bibliográfico e estudos dirigidos) e outra prática (instruções técnicas e trabalhos de campo) e foi direcionado ao levantamento de dados voltados à análise da variação vertical dos parâmetros climáticos da cidade de Sobral (CE) por meio de técnica inovadora. As medições foram realizadas em dois períodos do ano: durante a estação chuvosa e a estação seca do clima regional. Dois pontos intraurbanos de coletas foram selecionados, sendo duas praças com características distintas, uma com maior arborização e outra com pouca área verde. Para a coleta de dados na vertical, foi utilizado drone equipado com sensor climático (Datalogger). Foram realizadas medições em várias alturas, permitindo um mapeamento detalhado das condições climáticas em diferentes níveis. Tendo grande importância climática para a cidade, por se tratar de duas áreas com fluxo relativo de pessoas. Após as etapas da pesquisa, pode-se afirmar que houve alterações microclimáticas significativas nas áreas.</p> <p> </p>2026-08-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Homem, Espaço e Tempo//rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/809LEVANTAMENTO DOS PRINCIPAIS IMPACTOS AMBIENTAIS EXISTENTES NA ÁREA URBANA DE OEIRAS: UMA ANÁLISE ATUAL2026-04-29T22:51:28-03:00Gerson Kaio Lima Borgeskaioborges100@hotmail.comCarlos Rerisson Rocha Costarerissoncosta@ccm.uespi.br<p>Os problemas ambientais urbanos resultam da relação desajustada entre o ser humano e a natureza, da urbanização descontrolada - que geram diversos impactos ambientais negativos e podem ter consequências irreversíveis - e da falta de um planejamento adequado para mitigar esses efeitos. Neste panorama, o presente artigo tem como objetivo analisar os principais danos ambientais na área urbana do Município de Oeiras, localizado no Estado do Piauí, na Região Nordeste do Brasil, por meio da identificação e caracterização dos efeitos da degradação ambiental. Esta pesquisa foi realizada com levantamento e revisão bibliográfica sobre a temática ambiental urbana; realização de trabalhos de campo empírico para identificação, descrição, mapeamento e registro das consequências ecológicas negativas mais evidentes nas áreas urbanas e periféricas dos bairros pesquisados; aplicação de questionários junto aos moradores das áreas estudadas para compreender suas percepções e impactos vivenciados no cotidiano, bem como entrevistas com representantes de órgãos municipais de Oeiras, visando obter informações de caráter institucional, como também acerca das políticas públicas voltadas à gestão ambiental urbana.</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>Impactos ambientais. Degradação ambiental. Planejamento e gestão ambiental.</p>2026-08-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Homem, Espaço e Tempo//rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/797 É DIA DE FEIRA QUEM QUISER PODE CHEGAR: UM ESTUDO SOBRE AS DINÂMICAS URBANAS PROVENIENTES DA FEIRA DO MUCAMBO (CE)2026-03-05T07:46:30-03:00Analine Maria Martins Parenteanaline.p@hotmail.comGeisa Daise Gumiero Clepsgdgumiero@ufu.br<p class="Resumos" style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;"><span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Times New Roman',serif;">O presente artigo tem como objeto de estudo a feira do Mucambo (CE), uma atividade comercial que existe há mais de sessenta anos, considerada pelos seus consumidores como um evento cultural, presente na memória e no cotidiano dos moradores da cidade. Além de ser importante para a economia local, configura-se como um ponto de encontro entre os que vendem, os consumidores locais, mobiliza um comércio que atrai vendedores e consumidores dos municípios vizinhos. Diante do exposto, objetiva-se por meio deste estudo, analisar as dinâmicas urbanas na cidade de Mucambo decorrentes da feira livre municipal, bem como os fluxos provocados pela atividade comercial no dia em que ela acontece. Para isso, foram realizados levantamentos bibliográficos, trabalhos empíricos, onde buscou-se o contato com os agentes da pesquisa e os registros fotográficos. Tais etapas foram fundamentais para analisar como os fenômenos ocorrem no espaço urbano de Mucambo no intuito de entender as mudanças, as permanências e as formas de organização dessa feira.</span></p>2026-08-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Homem, Espaço e Tempo//rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/754FERROVIA DO ALGODÃO NORTE-RIO-GRANDENSE: UM OBJETO TÉCNICO DAS OLIGARQUIAS REGIONAIS E DOS PLANOS NACIONAIS (1914-1949)2026-01-07T11:43:45-03:00Breno de Assis Silva Araújogeobreno1915@gmail.comJane Roberta de Assis Barbosaglauciana_teles@uvanet.br<p>A Estrada de Ferro Central do Rio Grande do Norte representou ao longo do seu período de funcionamento (1872 a 1996) a cristalização de uma variedade de interesses vinculados a grupos de influência regional e outros de esfera nacional. Diante disso, pretende-se analisar os nexos e dissidências entre as oligarquias regionais e o poder central no que se refere ao uso do território vinculado à Estrada de Ferro Central do Rio Grande do Norte, entre os anos de 1914 e 1949. Para tanto, utiliza-se como arcabouço analítico a categoria de território usado e as discussões sobre federalismo enquanto evento. O material empírico é representado pelos relatórios produzidos por instituições vinculadas ao governo federal e estadual, além de periódicos produzidos à época. Compreende-se, conclui-se que mesmo com o “rompimento” da República Federal a partir de 1930, a natureza do federalismo brasileiro e da própria “política dos governadores” permanece em voga na situação analisada. Neste caso, a confluência de interesses difusos contribuiu para a expansão da linha férrea e um uso do território pautado no atendimento de interesses externos que, neste caso, coincidiam com antigas aspirações das oligarquias regionais.</p>2026-08-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Homem, Espaço e Tempo//rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/794O PNLD 2021 E O LIVRO DIDÁTICO INTERDISCIPLINAR: A PERSPECTIVA DOS PROFESSORES DE GEOGRAFIA2026-03-03T17:56:10-03:00Gustavo dos Santos Costacostagustavo632@gmail.comMaria Helena Costa Carvalho de Araújo Limalenacarvalho@gmail.comDjanní Martinho dos Santos Sobrinhodjanni.martinho.012@ufrn.edu.br<p>O livro didático desempenha papel central na organização do trabalho pedagógico e na mediação do conhecimento escolar, especialmente na rede pública de ensino. No contexto atual, a implementação do Novo Ensino Médio (NEM) e a criação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC 2018) promoveram mudanças significativas na estrutura e no formato dos materiais didáticos, com destaque para a adoção de coleções interdisciplinares distribuídas pelo Programa Nacional do Livro e do Material Didático em 2021 (PNLD 2021). Diante desse cenário, este trabalho tem como objetivo analisar a coleção Moderna Plus sob a ótica dos professores que lecionam geografia na 5ª Gerência Regional de Educação da Paraíba, buscando compreender suas percepções sobre o NEM, os usos do livro didático e a avaliação de sua efetividade pedagógica. A metodologia adotada nesta pesquisa parte da análise dos documentos curriculares e da aplicação de questionários semiestruturados a 24 professores, visando uma abordagem quantitativa com apoio de procedimentos qualitativos. Os resultados indicam uma percepção crítica dos docentes em relação ao NEM, destacando fragilização da formação cidadã e impactos sobre o ensino de geografia. Quanto a coleção didática (CD) interdisciplinar, observa-se que os professores o consideram insuficiente para cumprir sua função pedagógica, evidenciando limites estruturais e formativos.</p>2026-08-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Homem, Espaço e Tempo//rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/762GEOGRAFIA DA SAÚDE E ENSINO: VULNERABILIDADE SOCIOAMBIENTAL E O CASO DAS ESCOLAS DE BELÉM E DE ANANINDEUA2026-01-26T18:03:42-03:00Wisla Dias Barbosawisla.d.barbosa@aluno.uepa.brClaudiana Viana Godoyclaudiana.v.godoy@uepa.br<p><span style="font-weight: 400;">Esse artigo apresenta os resultados do projeto de pesquisa </span><em><span style="font-weight: 400;">Geografia da Saúde na Geografia Escolar: espaços da vulnerabilidade socioambiental em Belém e região metropolitana</span></em><span style="font-weight: 400;">, desenvolvido junto ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica da Universidade do Estado do Pará. O estudo investigou as características socioambientais de aglomerados de exclusão nos espaços escolares de Belém e de Ananindeua, analisando como as desigualdades urbanas e os processos de vulnerabilidade socioambiental se materializam nos cotidianos de escolas públicas de áreas de baixada da Região Metropolitana de Belém, além do método de exclusão de áreas periféricas e da priorização de bairros centrais, no que se diz respeito a ensino, a estrutura, a saneamento básico e a políticas públicas. Por meio de entrevistas com professores de Geografia da Educação Básica, o estudo discute esta problemática, apontando para um sistema de segregação socioespacial, em que as escolas de áreas periféricas sofrem com o abandono do poder público. </span></p>2026-08-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Homem, Espaço e Tempo//rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/801AS CONEXÕES DA POLÍTICA DOS FERREIRA GOMES EM SOBRAL-CE. COM O PROJETO NEOLIBERAL (1996-2000)2026-04-07T19:18:45-03:00Thalysson de Sousa Rodriguesthalyssonhist@gmail.comEdvanir Maia da Silveiraedvanirms@gmail.com<p>A presente pesquisa trata sobre a ascensão do grupo político Ferreira Gomes em Sobral, a partir da eleição de Cid Ferreira Gomes em 1996, sob o guarda-chuva do projeto neoliberal liderado pelo governador Tasso Jereissati no Ceará. O fim da ditadura em 1985 e a ascensão da Nova República impõe demandas que os gestores sobralenses, os grupos Prado e Barreto não mais davam conta de atender. Mesmo sendo herdeiros desses gestores, os Ferreira Gomes conseguem se alinhar a retórica de uma nova política, apresentando-se abertos a solução de problemas como: saneamento básico, habitação popular, acesso a saúde, educação e trabalho, num tempo em que direitos sociais, cidadania e democratização da cidade eram apontadas como pautas urgentes. O objetivo do trabalho é investigar como os Ferreira Gomes conseguem vender essa imagem e consolidar-se como novo grupo político no poder local. Para entender esse contexto foi utilizado o jornal <em>Correio da Semana</em>, veículo da imprensa católica com grande repercussão na região, que dispõe de farto material sobre o período. Como base teórica foram utilizadas ideias como o <em>marketing político</em> discutido pela Rejane Vasconcelos Accioly de Carvalho (1999), a mercadorização da política em Pierre Bordieu (1980), Karl Marx (2004) e Zygmunt Bauman (2008).</p>2026-08-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Homem, Espaço e Tempo//rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/870EDITORIAL2026-08-04T22:34:54-03:00Equipe Editorialglauciana_teles@uvanet.br<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">É</span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"> com satisfação que apresentamos o </span></span><strong><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Volume 20, Número 1 (2026)</span></span></strong><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"> da </span></span><em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Revista Homem, Espaço e Tempo</span></span></em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">, periódico vinculado ao Centro de Ciências Humanas (CCH), tendo apoio do Programa de Pós-Graduação em Geografia (PROPGEO/UVA) e do Mestrado Profissional de Sociologia em Rede Nacional (PROFSOCIO) da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA). </span></span></p>2026-08-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Homem, Espaço e Tempo